Melhor Portugal
Os três livros
Um livro impresso envelhece no dia em que sai da gráfica. Um projeto público tem de continuar a poder ser lido, testado e corrigido depois disso. Por isso o projeto tem três peças, que respondem à mesma pergunta a escalas diferentes: as pessoas vivem melhor?

Livro I · em papel
O argumento, o método e as vinte reformas
O argumento, o método, as vinte reformas com as suas Fichas de Impacto resumidas, o Estado Pragmático, o Painel Nacional da Qualidade de Vida e os guardiões, organizados em nove partes, com a abertura e o encerramento.
A capa: um caminho de mosaico que atravessa a paisagem até ao horizonte. Construir um país melhor com reformas que se articulam.
Livro II · pragmatismo.pt
O livro vivo
O Livro I tem data. O Livro II tem versões. Quando uma fonte publica um valor mais recente, o número muda no sítio, com a data da alteração e a versão anterior visível ao lado. A correção de um erro publica-se com a mesma visibilidade do erro.
A síntese do Livro I
O objetivo, o método em oito passos, as vinte reformas e o que cada uma promete, custa e devolve.
2O livro vivo
Cada valor com o seu estado de verificação, e cada correção com a data e a versão em que foi feita.
3As propostas dos leitores
Uma reforma nova, ou uma alteração a uma das vinte, entra pela mesma porta: as oito perguntas, a mesma Ficha de Impacto, a mesma classificação.
4A validação das fontes
Propor, corrigir ou atualizar uma fonte. Cada fonte aceite fica registada com a entidade, a data, a ligação, a afirmação que sustenta e o estatuto da evidência.
5As folhas de cálculo
Os pilares de cada reforma, os parâmetros e as análises de sensibilidade, para que a discordância seja sobre pressupostos e não sobre impressões.
O sítio não é um partido, nem uma plataforma de campanha, nem um fórum de opinião, e não recolhe apoios. Aplica a si próprio as três linhas vermelhas: nenhum dado falso, nenhum ataque pessoal, nenhum apoio fabricado.
Livro III · só online
O Valor Público Local
O Livro III aplica o método deste projeto ao concelho onde as pessoas moram. O objetivo é duplo: medir o país concelho a concelho, com as mesmas regras do resto do projeto, e fazer convergir os concelhos para os que já têm boa qualidade de vida — não para uma média abstrata, mas para quem, em condições semelhantes, já resolveu o mesmo problema.
Uma média nacional não mente por má-fé; mente por construção. Em várias áreas, a dispersão entre concelhos é maior do que a distância entre a média portuguesa e a média europeia.
